Situação de Tua Tagovailoa e os Impactos Financeiros
Possível Corte e Recorde de "Dead Money"
Os Miami Dolphins correm o risco de estabelecer um recorde da NFL em termos de encargos de "dead money" se optarem por liberar Tua Tagovailoa, após ter, supostamente, colocado o quarterback no banco em favor do novato Quinn Ewers.
Custo do Corte Antes de 1º de Junho
Caso os Dolphins decidam cortar Tagovailoa antes do dia 1º de junho, o custo estimado seria de 99 milhões de dólares em "dead money", conforme informações do site Over the Cap e do jornalista Adam Schefter, da ESPN.
Comparação com os Broncos
Esse valor superaria o comentário anteriormente registrado dos Denver Broncos, que teve um custo de 85 milhões de dólares pela rescisão do contrato de Russell Wilson, sendo essa a maior penalidade de "dead money" na história da NFL, de acordo com a ESPN.
Impacto de Esperar Até 1º de Junho
Aguardar até o dia 1º de junho para cortar Tagovailoa ainda teria um custo de 67,4 milhões de dólares em "dead money" na próxima temporada, segundo informações do Over the Cap.
Custo do Corte Pós-Junho de 2026
Se os Dolphins decidirem liberar Tagovailoa após 1º de junho de 2026, o custo "dead money" em 2027 ficaria em 31,8 milhões de dólares, conforme relatado por Schefter.
Detalhes do Contrato
Atualmente, Tagovailoa possui um contrato que vai até 2028, com 54 milhões de dólares em salários garantidos restantes. Esse valor aumentará para 57 milhões de dólares em 15 de março, segundo o Over the Cap.
Contexto do Aproveitamento do Quarterback
O noticiado banco de Tagovailoa ocorre 14 jogos após o início da sua primeira temporada sob a extensão de contrato de quatro anos e 212 milhões de dólares, assinada antes da campanha de 2024.
Implicações do Teto Salarial
O teto salarial projetado para a temporada de 2026 está estimado em cerca de 295 milhões de dólares por equipe. Isso significa que, para cortar o contrato de Tagovailoa na estrutura atual, os Dolphins teriam que arcar com quase um terço de seu teto salarial.
Situação Atual dos Dolphins
Essa possibilidade parece particularmente improvável, uma vez que os Dolphins já ocupam a sexta posição na NFL em relação a encargos de "dead money", com mais de 34 milhões de dólares em compromissos financeiros para 2026, conforme o site Over the Cap.
Motivos para a Alta Penalização
Esses encargos são, principalmente, resultado da decisão da franquia em liberar jogadores como Xavien Howard, Jalen Ramsey e Jaelan Phillips. Essa situação contribui significativamente para que os Dolphins estejam em 29º lugar em termos de espaço efetivo no teto salarial, segundo o Over the Cap.
Dificuldades em Trocar o Quarterback
Até mesmo encontrar uma forma de negociar Tagovailoa não aliviaria os Dolphins da responsabilidade de assumir mais "dead money" ao se separarem dele.
Consequências de uma Troca Pós-Junho
Uma troca após 1º de junho ainda deixaria Miami responsável por 13,4 milhões de dólares em "dead money" na próxima temporada, conforme o Over the Cap. Além disso, parece viável que os Dolphins precisariam arcar com parte do contrato restante do quarterback para torná-lo um alvo atrativo para uma troca.
Oportunidade para Quinn Ewers
Os Dolphins estão prestes a ter uma oportunidade valiosa para avaliar o que possuem em Ewers, caso o sétimo-round de 2025 faça sua primeira titularidade na NFL durante a partida contra o Cincinnati Bengals no próximo domingo.
Influência do Desempenho no Futuro do Time
O desempenho de Ewers nas últimas três partidas da temporada pode influenciar a maneira como os Dolphins abordarão sua situação com o quarterback no futuro.
Restrições Futuras no Teto Salarial
Independentemente da decisão dos Dolphins em relação a Tagovailoa, parece certo que a escolha feita pelo ex-gerente geral Chris Grier de estender o contrato do quarterback no verão passado continuará restringindo o teto salarial da franquia por um tempo considerável.
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